Este conteúdo é parte do 2° panorama de Gestão de Despesas, para ler o relatório completo, clique aqui
Sabe quando o dinheiro entra e sai do caixa todos os dias, a operação não para, mas você só entende de fato para onde o saldo foi parar na hora de fazer o fechamento do mês?
Se essa sensação de estar sempre “olhando pelo retrovisor” é familiar, saiba que a sua empresa não está sozinha. Hoje, 63% das empresas brasileiras operam o financeiro no escuro, o que representa um universo de mais de 12,6 milhões de pequenas e médias empresas (PMEs) enfrentando dificuldades para controlar as finanças no exato momento em que os gastos acontecem.
Nos últimos anos, a tecnologia transformou drasticamente o caixa das empresas. A digitalização resolveu, com excelência, o “como pagar”. No entanto, ela criou um efeito colateral silencioso e perigoso: ampliou a complexidade do “como acompanhar”.
Para entender a fundo esse abismo entre a agilidade dos pagamentos e a maturidade da gestão, a Conta Simples, em parceria com a Visa, conduziu o 2º Panorama de Gestão de Despesas Corporativas. O estudo ouviu mais de 1.700 decisores financeiros de todas as regiões do Brasil e trouxe respostas fundamentais para quem quer parar de apagar incêndios e começar a crescer com previsibilidade.
A ilusão da agilidade: o dinheiro acelerou, mas a gestão ficou para trás
O levantamento revela um mercado intensamente digitalizado na ponta do pagamento: 86% das empresas já utilizam o Pix e 71% adotam cartões corporativos. A operação acelerou, mas a governança não acompanhou o mesmo ritmo.
A falta de visibilidade financeira, que já era um problema para 55% das empresas na edição anterior da pesquisa de 2025, deu um salto de 8 pontos percentuais em 2026.
Como observa Rodrigo Tognini (Tog), CEO e cofundador da Conta Simples:
“Olhando os dados, é muito interessante ver como alguns indicadores evoluíram, as empresas estão mais maduras, estão mais conscientes sobre gestão e sobre os pagamentos, mas por outro, traz novos desafios e novas oportunidades.”
Quando 45% das empresas realizam pagamentos diários praticamente “às cegas”, o atraso na leitura dos dados deixa de ser apenas um contratempo pontual e se transforma em um risco estrutural. Descobrir tarde demais para onde foi o dinheiro retira do gestor a sua principal arma: a capacidade de decisão. A empresa deixa de planejar e passa apenas a reagir aos buracos no fluxo de caixa.
O gargalo está na estrutura e nas planilhas manuais
O estudo mostra que grande parte da dor da gestão atual mora na centralização e na falta de método. Apesar da popularização dos cartões corporativos, 58% das empresas ainda operam com apenas um ou dois cartões para toda a equipe.
O resultado? Gastos fragmentados, compartilhamento inseguro de dados e um esforço manual gigantesco no fim do mês para tentar conciliar centenas de recibos em planilhas que já nascem defasadas. Além disso, 51% das empresas não estruturam limites por área ou finalidade, deixando os times gastarem sem políticas claras.
Marcela Pinori, vice-presidente da Visa, destaca essa transição do mercado:
“Na primeira edição, a gente via uma imaturidade no uso de meios digitais de pagamento, e nessa segunda edição temos uma surpresa sobre evolução, mas ainda com desafios sobre gestão de despesas.”
Esses desafios se traduzem em fricção diária. Mais de 60% das companhias relatam gargalos frequentes ligados à aprovação, conferência e conciliação de despesas. São processos que drenam o tempo da equipe financeira, atrasam as rotinas e geram um estresse desnecessário.
A Nova Lógica: Previsibilidade como vantagem competitiva
Nesse cenário de operação dinâmica, não basta apenas digitalizar a transação; é preciso estruturar o fluxo.
O caminho para sair do modo reativo envolve adotar ferramentas como cartões corporativos virtuais, que permitem a emissão instantânea por projeto, área ou equipe. Quando você conecta o meio de pagamento a regras claras de limite e políticas de uso, você entrega autonomia para a sua equipe sem que o gestor precise se transformar em um “fiscal de compras”.
A previsibilidade financeira deixou de ser um diferencial e se tornou um pilar de sobrevivência e valuation. Quem enxerga os dados em tempo real decide melhor, escala com menos riscos e garante a saúde do negócio.
O que você vai encontrar no Panorama de Gestão de Despesas 2026?
Quer entender como a sua empresa se compara ao mercado e descobrir o caminho das pedras para uma operação inteligente e automatizada? Ao baixar o nosso relatório gratuito, você terá acesso a um diagnóstico prático, contendo:
- Diagnóstico: Onde a governança costuma falhar nas empresas brasileiras.
- Checklist de aplicação: O que ajustar e simplificar primeiro na sua operação.
- Recortes prontos: Dados sólidos para você alinhar decisões internamente com a sua diretoria.
- Mapa de método: O passo a passo de como sair do cenário reativo e implementar uma rotina financeira eficiente.
O mercado já não perdoa decisões tomadas com base no achismo. Se o dinheiro da sua empresa se move em tempo real, a sua gestão também precisa se mover.
Não deixe o seu financeiro operar no escuro em 2026.









